Este é o novo vídeo da TERRACAP feito pela agência Plá, Essa é a sua terra – Terracap.
notícias
Essa terra é a sua Terra
Noreste. A direção do seu futuro
Veja novo vídeo feito para a TERRACAP pela agência Plá, Noroeste – A direção do seu futuro.
Plá cria para o dia do médico veterinário
Confira na íntegra comercial feito pela agência Plá http://www.youtube.com/watch?v=fcGrnAsC2Lw&feature=player_profilepage deixe seu comentário e inscreva-se em nosso canal para receber em primeira mão nossos vídeos.
Redes Sociais da Plá
Acessem nosso canal no youtube para assistir nosso últimos vídeos, quer ficar conectado com as notícias relevantes no mundo da comunicação e entretenimento? acesse nosso twitter e seja nosso Fã na nova fan page da Plá no Facebook
Mais espertos
Os smartphones já representam um terço da base de celulares no Brasil. Com mais recursos, os aparelhos apresentam novas possibilidades para as marcas no meio mobile e seu crescimento é visto com otimismo por desenvolvedores, agências e anunciantes. Os smartphones atingiram a massa”, apontou Leo Xavier, do grupo Pontomobi. Estima-se que 19 milhões de aparelhos hoje, dos 210 milhões atuais, sejam smartphones. Os dados fazem parte do estudo “#Mobilize: Consumidor Móvel 2011”, encomendado pela Pontomobi e pela WMcCann ao Ipsos MediaCT.
A pesquisa revelou que os aparelhos estão presentes em todas as classes sociais, sendo maior entre usuários A e B (49,7%), embora também seja significativa entre os da classe C (19%). A maioria dos usuários que possui smartphones tem entre 25 e 44 anos, estuda e trabalha. O estudo foi realizado com mil usuários de internet que possuem celulares, em sete cidades brasileiras, no início deste ano.
As principais marcas de smartphone no Brasil são Nokia, que lidera com folga (35%); seguida de Samsung (17,8%) e Motorola (10,9%). A Apple está em quarto lugar, com 9,8% de penetração. Embora sua base seja pequena, os usuários de iPhone são os que mais acessam a internet pelo celular (97,4%) e têm maior interação com o meio online. O usuário de LG vem em segundo (89,4%) e o de Nokia, em terceiro (88,5%), ambos com periodicidade esparsa.
O conteúdo mais acessado está ligado às redes sociais. Após a página do Google, Orkut, Facebook e Twitter são os campeões de acesso. Dos portais, o mais acessado é o Globo.com.
Convencionais
Embora os smartphones sejam um filão quando se fala em mobile marketing, aparelhos convencionais não impedem ações de publicidade. Segundo a pesquisa, 22% dos que possuem celulares convencionais utilizam o aparelho para acessar a internet e 18,5% desses aparelhos possuem TV móvel. Isso indica que circulam pelo mercado 10 milhões de celulares com TV digital ou analógica.
“O mercado está ignorando essas pessoas. Não sabemos como elas usam o celular, não há conteúdo específico para o usuário. Esse número poderia mudar a curva de audiência”, alertou Antonio Cavallini, da WMcCann. Ele ressaltou que hoje, mesmo os convencionais possuem recursos interessantes para serem explorados. “Com R$ 60, o usuário compra aparelho com TV e duas câmeras. Não dá mais para ignorar a base de convencionais. Muitos aparelhos têm, no mínimo, recursos como wi-fi e bluetooth”, argumentou.
Para essa base, uma possibilidade seria oferecer conteúdo gratuito por meio de SMS. “Nós vivemos em torno do nosso celular”, analisou José Rincón, do Grupo Cisneros, companhia que oferece serviços de comunicação e entretenimento para mobile à comunidade hispânica nos Estados Unidos. “É preciso oferecer conteúdo relevante, ter valor para usuários e para o anunciante e engajar consumidores”, indicou Rincón.
A pesquisa mostrou ainda que metade dos usuários quer trocar de celular nos próximos seis meses e a expectativa é de que eles migrem para smartphones. “Em três anos, o aparelho mais simples terá as funções modernas dos celulares de hoje”, previu Cavallini. A entrada de tablets também provocará mudanças significativas. “O tablet é o novo Nike, traz status”.
Apps e jogos viram oportunidade
Com o crescimento de smartphones, recursos como aplicativos e games sociais aparecem como oportunidade. No ano passado, só a Zynga, detentora dos jogos FarmVille e CityVille, verdadeira febre em redes sociais, lucrou US$ 30 milhões, de acordo com a Seeking Alpha Investment. Durante a décima edição do Mobile Marketing Breakfast, desenvolvedores de conteúdo, anunciantes e agências discutiram as possibilidades para o meio.
Segundo a Nielsen, 53% dos usuários do Facebook jogam games online. Diariamente, no mundo todo, 56 milhões de pessoas utilizam a rede social com esse fim. “O jogo é extremamente relevante em redes sociais. Existe oportunidade muito grande. Pode ser a hora de as empresas começarem a desenvolver conteúdo”, afirmou João Oliveira, da TecToy, distribuidora de conteúdo licenciado para jogos de celular.
Oliveira apontou que, das principais marcas Top of Mind do Brasil no ano passado, apenas a Coca- Cola tem aplicativo em português para jogos. Roteiro pertinente à marca, interação inteligente e navegação intuitiva são os principais fatores para um aplicativo de sucesso, enumerou Oliveira. “Copiar jogo não dá audiência”, ressaltou.
Bruno Mendonça, da Fischer&Friends, apontou as diferenças entre desenvolvimento de aplicativo para o Facebook e a criação de uma fanpage na rede social. “O caminho é extenso para o aplicativo. O usuário precisa autorizar sua marca a interagir com ele. Não seja o famoso app de uma visita só”, alertou. Para ele, o gerenciamento de uma fan page é mais simples e o principal benefício é poder dialogar com o usuário. “Não pensem em cinco minutos de relacionamento. Pensem em um mês”, sugeriu.
por Keila Guimarães (via PropMark)
Cannes 2011
(via PropMark)
Terminou, no último sábado (25), a 58ª edição do Cannes Lions, festival internacional de criatividade. Ele foi marcado por um explícito predomínio da tecnologia sobre as ideias e pela ascensão de mercados com pouca ou nenhuma fama no mapa do marketing mundial.
Por outro lado, a imagem do Brasil se fortaleceu. O País bateu novo recorde com a conquista de 68 Leões, incluindo o de Agência do Ano, obtido pela segunda vez consecutiva pela AlmapBBDO. Além do ano passado, ela também foi Agência do Ano em Cannes em 2000. Neste ano, ela recebeu três Leões na competição de filmes, sete em Press, três em Outdoor e um em Design.
A BBDO venceu o prêmio de Network do Ano e a WPP, o de Holding do Ano. O Grand Prix de Filme é da Wieden + Kennedy Amsterdã com o comercial “Write the future”, criado para a Nike. A Smuggler de Nova York ganhou a Palme D’Or de melhor produtora de comerciais do ano.
Em Film Lions, o Brasil obteve o melhor resultado dos últimos cinco anos, com a conquista de cinco Leões, dois de prata e três de bronze. No ano passado, foi apenas um. O Brasil recebeu dois Leões de ouro neste ano, um da competição Film Craft, com o comercial “Balões”, da Loducca para a MTV, e outro em Direct com o case “Volta do Ferrorama”, da DM9DDB para a Estrela.
Mas o maior destaque do Brasil em Cannes ficou na área de mídia impressa. É o País mais premiado do festival, com um total de 20 Leões. Também foi significativo o número de 17 Leões em Outdoor. Em Cyber, área na qual o Brasil já foi dono de Grands Prix em 2000 e 2005, houve decepção mais uma vez, com apenas um troféu, como no ano passado.
O Brasil não conquistou prêmio de Titanium & Integrated Lions nem da estreante Creative Effectiveness. Nas outras áreas, o resultado refletiu as expectativas do mercado com a conquista de seis Leões em Direct, cinco em Design, quatro em Media, três em Radio, dois em Promo&Activation, dois em Film Craft e dois em PR.
O Brasil enviou a Cannes um total de 2.647 inscrições. O festival avaliou 28.828 trabalhos de 90 países inscritos em 13 competições. Houve a participação de cerca de 9 mil profissionais do mercado. Em 2010, incluindo o Leão de Agência do Ano da AlmapBBDO, o Brasil conquistou 58 Leões, sendo 21 de Outdoor, dez de Press, seis de Direct, quatro de Media, três de Promo, três de PR, três de Radio, três de Design, um de Cyber, um de Film, um de Titanium e um de Film Craft.
Além de reforçar a imagem do Brasil, o Cannes Lions 2011 consolidou a hegemonia norte-americana nas áreas de filme e de mídia digital. O festival também registrou a superioridade da Alemanha em design e da África do Sul no meio rádio.
Houve, como sempre, a presença de muitas peças “fantasmas”, aquelas criadas com claro objetivo de disputar prêmios, principalmente nas competições de Press e Outdoor. De novidade, Cannes premiou mercados até então desconhecidos na sua cada vez mais multidisciplinar selva de Leões. A Romênia, por exemplo, ganhou os Grands Prix de Promo e de Direct e o Vietnã conquistou um Leão de bronze em Outdoor. China e Coreia do Sul também causaram surpresa no festival com os GPs de Press e de Media.
iBBC
No próximo mês, a BBC começa a implantação de um aplicativo para iOS que permitirá aos repórteres de campo transmitir ao vivo de seus iPhones com apenas a conexão 3G do mesmo. Veja artigo em inglês no site Journalism.co.uk.
O aplicativo permitirá também que os repórteres de campo da BBC enviem fotos, áudio e vídeo diretamente para o sistema de gerenciamento de conteúdo da BBC a partir de qualquer iPhone ou o iPad.
Como o site Journalism.co.uk pontuou, a capacidade de transmitir direto de um iPhone significa que os repórteres não precisarão mais ter de carregar equipamentos pesados ou conectar-se a satélites. Martin Turner, chefe de operações da BBC para a coleta de notícias, disse ao Journalism.co.uk, “Repórteres já tem usado smartphones por um tempo, mas nunca com boa qualidade. Costumam usá-lo apenas quando há uma história muito importante. Agora começam a usar o iPhone e outros dispositivos como uma possibilidade realista para transmissão ao vivo, e no final, se você tem alguém em cena, então você quer ser capaz de usá-los. Essa capacidade é um muito importante. “
Ogilvy 100
Original em inglês via Adweek.
Uma homenagem do ilustrador português João Maia Pinto aos 100 anos do nascimento de David Ogilvy.
Sobre Mileniais, Mídia Social e Marcas
A pesquisa global recém-concluída pela McCann Worldgroup “A Verdade Sobre a Juventude” (link em inglês), entrevistou jovens entre 16 e 30 anos e conclui que os milêniais vivem em uma “economia social ” em que o poder de compartilhar e recomendar marcas não pode ser negado. (As gerações passadas se definiram por posses ou experiências materiais.)
Esse grupo, segundo o estudo, vive de forma exagerada, enfatizando a narração de sua vida pública, e a transmissão dela por blogs, câmeras digitais e edição barata em softwares de design.
Nas palavras de um entrevistado do estudo: “Se não for documentado, isso não aconteceu.”
A McCann também descobriu que os entrevistados no Brasil, China e Índia, consumidores de mercados emergentes, estão forjando a lealdade as marcas, se sentindo mais confiantes a dizer aos amigos sobre as marcas que eles mais gostam.
Opinião da agência: as marcas devem seguir as cinco principais características dos que os jovens disseram procurar em seus amigos nas redes sociais. A publicidade deve ser sincera, verdadeira, sociável, madura e humilde para se conectar.
O maior erro que o marketing faz? Superestima sua própria importância. Jovens consumidores dizem que rapidamente se cansam de marcas que sobrecarregam seus feeds digitais com informação inútil.
Ceci n’est pas un tweet
Aqui está uma notícia interessante: descobriram que a agência reguladora francesa acaba de proibir o uso das palavras ‘Facebook’ e ‘Twitter’ na TV e no rádio.
Ver notícia original em inglês.
Algumas pessoas poderiam dizer que os franceses tem adquirido uma reputação injusta por serem obcecados com regras e regulamentos frustrantemente pedantes, mas esta última decisão sugere que reputações são, às vezes, ganhadas a força.
Reguladores de radiodifusão franceses proferiram a seguinte sentença: apresentadores de programas de rádio e TV devem se abster de proferir as palavras ‘Facebook’ ou ‘Twitter’ a menos que seja em relação direta a uma notícia específica sobre o assunto.
Dessa forma, por exemplo, um apresentador da TV francesa está impedido de dizer algo como: “Siga-nos no Twitter para mais novidades sobre esta história”. Nenhuma referência deve ser feita à conexão com o Facebook ou o Twitter para descobrir mais informações sobre uma notícia.
E por que os reguladores franceses desejam impor tal proibição? Bem, parece que citar o Facebook ou o Twitter é considerada promoção de empresas comerciais, de acordo com a difusão do regulador francês CSA.
O porta-voz da CSA Christine Kelly disse que a publicidade clandestina a parte, qualquer referência ao Facebook ou Twitter mostra preferência por essas duas redes sociais, com exclusão de outras.
“Por que dar preferência ao Facebook, que vale bilhões de dólares, quando existem muitas outras redes sociais que lutam por reconhecimento. Esta seria uma distorção da concorrência. Se permitirmos que o Facebook e o Twitter sejam citados no ar, estamos abrindo uma caixa de Pandora – outras redes sociais vão reclamar dizendo: ‘por que não nós? “
De fato, isto é estranho. É improvável que alguém tome as ruas em protesto contra este movimento. Mas ignorar completamente duas das mais populares plataformas de redes sociais do planeta parece ser, na melhor das hipóteses, desnecessário. E na pior das hipóteses, um pouco draconiano.




