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[9\04\2010]

Como o Starbucks consegue

A rede de lojas mundial Starbucks está em toda parte. Muito mais nos Estados Unidos do que no resto do mundo, obviamente. De qualquer forma, lá, onde eles atuam com mais intensidade, a Starbucks concetra seus esforços sem brincadeira.

Prova disso são suas regras para gerenciar mídias sociais. São 10:

1. [Mídia Social] É sobre relacionamento, não marketing.
2. Mídias Sociais se encaixam numa estratégia digital muito maior.
3. Deixe claro onde [a estratégia] começa.
4. Olhe em volta das esquinas.
5. Seja autêntico.
6. Crie coalizões.
7. Se não é importante no Twitter, não é importante.
8. Foque-se em suas respostas.
9. Corra riscos, mas esteja, na maioria das vezes, “certo”.
10. Uma crise econômica é algo terrível de se perder.

Alguns tópicos não são autoexplicativos e têm expressões um tanto quanto metafóricas, mas vale a pena dar uma olhada mais profunda. Por exemplo, quando falam do Twitter tão enfaticamente no tópico 7, estão querendo dizer que ele é uma ótima forma de medição sobre o interesse que o público consumidor pode ter em relação a uma ideia ou um produto. Se for muito comentado em pouco tempo, talvez valha a pena levar a ideia adiante.

Mais sobre essa filosofia interessante do Starbucks no Open Forum.

[18\03\2010]

Ad Contrarian

Nesses dias, flanando pelo twitter, achei a referência de uma agência cujo dono adora dizer ser “do contra”. E, boa parte das vezes, parece ser. Apesar de eu achar que, como qualquer agência, ele só está buscando ser diferente dos outros.

O negócio é que ele escreveu um livro, que pode ser baixado aqui, inclusive, falando sobre como a maioria das agências de publicidade está errada ao achar que as campanhas premiadas em grandes eventos do meio realmente são eficazes. Ele também critica o pensamento de que entretenimento e publicidade têm tudo a ver, assim como outros tabus relativos ao mercado publicitário.

O Ad Contrarian me parece oferecer uma visão enriquecedora sobre o mercado, mas não digo isso por pensar que o livro está completamente certo, e sim pois acho que remar contra a maré é sempre salutar para que possamos questionar alguns valores aparentemente inquestionáveis.

Recomendo a leitura para quem se interessar. O livro é muito breve e objetivo. O autor, Bob Hoffman, é CEO da agência Hoffman/Lewis.

[21\10\2009]

Quem é quem na Plá?

Rodrigo Lira Prado Borges é Diretor Executivo da Plá Rio de Janeiro.

Formado em 2007 pela Universidade de Brasília, iniciou sua carreira na Capital Federal na AV Comunicação. Passou pela Plá Brasília em 2007/2008 e deu seguimento a sua carreira em São Paulo. Lá, trabalhou na Spinola Comunicação Integrada e na Salem. Já em Porto Alegre (é, o Rodrigo já viajou bastante), trabalhou como free-lancer em agências como E21, QG Sul, Competence e Dez Propaganda.

Entre os clientes atendidos pelo Borges estão: Banco Real, Santander, Carrefour Soluções Financeiras, Renault, Nissan, Hospital São Luis, HDI Seguros, Redecard, Mastercard e NET.

O Rodrigo torce pra o São Paulo FC acima de tudo, Sport Club do Recife, por parte de pai, e Grêmio Foot-ball Porto Alegrense por simpatia.

Ele tem um twitter: @hojeeuvi e diversas informações sobre sua vida virtual aqui.